Herod Layne: Show de Abertura para o The Cure na Arena Anhembi (6 de Abril de 2013)

17 mai

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01. Silêncio
02. Walking the Valley – Part I
03. Umbra
04. Walking the Valley – Part II

Por Al Schenkel

Editado a partir de gravações da XYZ Live, produtora que trouxe o The Cure ao Brasil em abril deste ano e de gravações do Fernando Augusto Lopes, do site parceiro Floga-se, o registro abaixo disponibilizado no youtube traz o show de abertura quase completo da Herod Layne na Arena Anhembi, ocorrido no dia 6 de abril deste ano, poucos minutos antes de Robert Smith e cia subirem ao mesmo palco e despejarem décadas de sucessos em cerca de três horas de um espetáculo aguardadíssimo.

Ao total foram cinco canções executadas pela banda, sendo que “Penumbra” acabou ficando de fora do registro. Em pouco mais de 20 minutos a Herod Layne, que é formada por Elson Barbosa (baixo), Sacha (guitarra), Lucas Lippaus (guitarra) e Marcio Dutkiewcz (bateria) destilou todo o poder e a intensidade de seu post-rock diante uma platéia de mais de trinta mil pessoas, marcando um momento histórico e emocionante na carreira do quarteto. Destaque para o final catártico do mais puro noise através da canção “Walking the Valley – Part II”.

O relato completo e fiel deste marco para o rock underground brasileiro e especialmente para a Herod Layne pode ser conferido no já citado Floga-se, aqui.

Setlist:

1- Silencio
2- Walking the Valley – Part I
3- Umbra
4- Walking the Valley – Part II

Herod Layne is:

Marcio Dutkiewcz – Drums
Elson Barbosa – Bass
Sacha – Guitars
Lucas Lippaus – Guitars

Staff:

Joaquim Prado – Producer / Sound Engineer
Bernardo Pacheco – Sound Engineer
Matheus Barsotti – Roadie
Marcela Erdebrok – Photographer
Fernando Lopes – Blogger
Daniel Ribeiro – Assistant

The band would like to thank all the XYZ Live crew, specially Marcello Belmudes and Tiago Machado,

All the footage in this video was provided by XYZ Live, as well as additional footage by Fernando Lopes, Sandro Ferreira and Evandro Olivier. The final version was edited by MGW Produções.

http://www.facebook,com\herodlayne
http://www.sinewave.com.br

True Widow “As High as the Highest Heavens and From the Center to the Circumference of the Earth” (2011)

15 mai

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01. Jakyl 5:50
02. Blooden Horse 7:05
03. N.H. 6:40
04. Skull Eyes 3:45
05. Wither 5:10
06. Boaz 7:22
07. Night Witches 3:16
08. Interlude 0:56
09. Doomseer 9:06

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Por Carlos André

True Widow consiste em um trio texano formado em 2007, cujos integrantes atendem pelas alcunhas de D.H., Nikki e Slim. Não muito depois de sua fundação, os cidadãos surgem ao mundo com um álbum auto-intitulado no fim de 2008, arrebatando tudo com uma mistura devastadora de Stoner Metal, Sludge, Shoegaze e Slowcore. Nomes como jesu, Pelican, Mogwai, Slowdive e, principalmente, o sempre infelizmente esquecido Codeine vem a mente conforme as suas músicas tomam seu rumo, ainda que a verdadeira viúva tenha uma identidade tão marcante a ponto de eliminar qualquer ambiguidade. Em meio a toda essa névoa densa e pegajosa, veio a tona o segundo trabalho, intitulado “As High as the Highest Heavens and From the Center to the Circumference of the Earth”. Nome pequeno e fácil de decorar, não acham? Nele, os norte-americanos refinam ainda mais sua verve sônica, nos trazendo um álbum delicioso para ser degustado em dias preguiçosos e vagarosos. Sem dúvidas, um dos projetos mais intensos e diferenciados na ativa atualmente, sendo não mais do que sua obrigação conferi-los e apreciá-los.

“True Widow, who grabbed those lackadaisical grunge breakdowns we didn’t even realize we missed, and drew them out in an epic swell of apathy and stoned whateverness”.

Dreamdecay “NVNVNV” (2013)

6 mai

dreamdecay

01. Nveedle 7.39
02. Nvun 1.58
03. Strinvg 2.28
04. / 3.09
05. Ceilinvg Fan 3.18
06. Emptynv 6.27
07. Perpetualnv 2.24
08. \ 8.33

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Por Al Schenkel

Após uma grande estréia através do EP Fern, lançado em 2012, o Dreamdecay trouxe a tona seu primeiro full-lenght no último 23 de maio deste ano. NVNVNV marca a mudança da banda para a Iron Lung Records, selo especializado em punk, hardcore e noise-rock situado em Seattle, cidade de origem da banda.

Formada em 2011 por Gallego, Merz, Clackley e Gaziano, o quarteto despeja em pouco mais de trinta minutos oito canções pós-apocalípticas  em um dos registros mais caóticos do ano até o momento.  NVNVNV reúne notáveis assimilações em sua essência com a sonoridade de bandas como Swans,  Pissed Jeans, Sonic Youth e Jesus Lizard, infundindo uma catarse explosiva e ruidosa da primeira até a última microfonia.  Altamente recomendado.

 

Katty Winne “About a Boy” Single (2013)

26 abr

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01. About a Boy 2.38

Soundcloud / Facebook

Por Al Schenkel

Enquanto finalizam o sucessor do ótimo disco de estréia, o EP Molly Gun, lançado em maio de 2012, Katty Winne traz a tona uma amostra do que será o primeiro full-lenght da banda através do single About a Boy, canção que estará presente em Shadows Of The Moon, disco de 11 faixas previsto para o final de 2013.

Em About a Boy, as influências grunges e noventistas são exaltadas a potência máxima, nos remetendo diretamente a uma fusão entre L7, The Breeders, Nirvana e Smashing Pumpkins, ou seja, guitarras altamente distorcidas e microfonias dando um contraste forte a a toda a estrutura melódica da canção e as belas linhas vocais de Winne.

Um esporro sonoro da melhor qualidade pra deixar-nos torcendo para que 2013 passe voando e nos brinde logo com Shadows Of The Moon. 

VA “Movement: BBC Radio 1 Peel Sessions 1977-1979″ (2011)

25 abr

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Disc One

01.The Jam – In The City 2:12
02.Buzzcocks – What Do I Get? 2:49
03.Generation X  – Youth Youth Youth 3:48
04.The Stranglers – No More Heroes 3:11
05.The Adverts– Gary Gilmour’s Eyes 2:15
06.The Slits – Love And Romance 2:24
07.XTC – Science Friction 3:20
08.Dr. Feelgood – She’s A Wind Up 1:56
09.Tom Robinson Band – Don’t Take No For An Answer 4:00
10.Ian Dury & The Blockheads – Sex, Drugs & Rock ‘N’ Roll 4:05
11.Adam & The Ants – Deutscher Girls 2:36
12.Siouxsie & The Banshees – Hong Kong Garden 2:40
13.The Only Ones – Another Girl Another Planet 2:56
14.The Undertones – Get Over You 2:55
15.The Rezillos – Top Of The Pops 3:06
16.The Flys – Love And A Molotov Cocktail 2:41
17.The Members – Sound Of The Suburbs 3:46
18.Stiff Little Fingers – Alternate Ulster 2:51
19.Skids – The Saints Are Coming 3:14
20.The Angelic Upstarts – We Are The People 3:57
21.The Ruts – S.U.S. 3:15
22.999 – Homocide 4:08
23.John Cooper-Clarke – Reader’s Wives 2:08

Download

Disc Two

01.Penetration – Movement 3:05
02.Monochrome Set – Goodbye Joe/Strange Boutique 5:06
03.Wire – The Other Window (Original Version) 2:19
04.Magazine – Light Pours Out Of Me 4:17
05.Joy Division – Transmission 3:54
06.Killing Joke – Wardance 3:44
07.The Human League – Being Boiled 4:21
08.Orchestral Manoeuvres In The Dark – Messages 4:07
09.The Psychedelic Furs – Sister Europe 5:08
10.Simple Minds – Premonition 5:32
11.Public Image Limited – Poptones 4:31
12.Steel Pulse – Jah Pickney (Rock Against Racism) 3:40
13.Aswad – It’s Not Our Wish 3:43
14.UB40 – Food For Thought 4:47
15.The Special A.K.A – Gangsters 3:00
16.Madness – The Prince 2:33
17.The Selecter – Street Feeling 3:16
18.The Beat – Ranking Full Stop 3:03

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As famosas Peel Sessions, gravações de artistas ao vivo no programa do DJ inglês John Peel na BBC, ganharam em 2011 uma coleção dedicada a um dos períodos mais criativos e interessantes da música pop.

“Movement – BBC Radio 1 Peel Sessions 1977 – 1979″ faz em 41 faixas uma espécie de registro da diversidade e importância do programa em um momento em que a música britânica fervilhava. A seleção tem nomes –então novos– do punk, pós-punk, reggae, ska e veteranos do pub rock em apresentações exclusivas nos estúdios da BBC para o programa de Peel.

The Jam, Buzzcocks, Siouxsie and The Banshees, Stiff Little Fingers, Joy Division, Simple Minds, Public Image Limited, Steel Pulse, Madness e Human League são apenas alguns dos artistas que contribuem com faixas para a compilação. Há ainda nomes menos conhecidos, como Tom Robinson Band e The Flys, que servem como exemplo para o ecletismo do programa. Bastava sua música cair no gosto do DJ para ganhar espaço.

“Movement” é o primeiro volume de uma série com os arquivos das Peel Sessions que a BBC e a EMI prometem para os próximos meses.

Até a morte do radialista, em 2004, ter sua música tocada no programa e ser convidado para gravar uma Peel Session era algo almejado por muitos artistas, novos ou não. O DJ Marc Riley, que assina o texto no encarte do lançamento, diz que “se John não tocasse seu disco, os dias de sua banda estavam praticamente contados.” Pode parecer exagero, mas dá uma ideia da dimensão e importância de Peel para a formação de diferentes gerações de bandas e ouvintes.

Em mais de 40 anos de carreira, John Peel nunca perdeu o interesse pelo novo e diferente. Em seu programa era possível ouvir na mesma noite, e em sequência, uma banda de indie pop, um death metal, um tecno hardcore e um clássico do reggae. Tudo junto e fazendo sentido.

 

Texto escrito originalmente por Fernando Kaida, no site da Uol.

VICTIM! “Lacuna” (2013)

24 abr

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01. Superfície 3.28
02. Círculos 7.32
03. Lacuna 5.18
04. 31 3.09
05. Farto 3.02
06. Afeto 3.31
07. Vácuo 6.38
08. Fundo 5.36

Download  / Facebook / Site

Por Al Schenkel

Lacuna, lançado em 8 de abril deste ano via Sinewave, é o terceiro registro do carioca Cadu Tenório a frente de seu projeto mais caótico e extremo, o VICTIM!. Vale pautar que Tenório também faz parte dos projetos Sobre A Máquina, Gruta, Santa Rosa’s Family Tree e Ceticências, além de administrar ao lado de Thiago Miazzo, o selo independente TOC Label, onde você poderá encontrar disponíveis materiais da maior parte dos projetos citados acima para download gratuito.

Apesar de hipoteticamente ser um pouco mais acessível que os dois discos anteriores, devido a maior exploração e utilização de silêncios e  melodias, Lacuna ainda assim valoriza a verve mais experimental e ruidosa de seu mentor, exalando de forma catártica uma miríade de sentimentos expostas através de microfonias controladas, texturas, distorções, ambientações e captações sonoras industriais das mais diversas. Enfim, Lacuna nos traz através de suas oito faixas o caos completo em sua forma mais plena e aterradora, fato que poucas obras nos dias atuais nos fazem experienciar.

VICTIM! – Lacuna from VICTIM! on Vimeo.

As composições, gravações e mixagem são de Cadu Tenório e a masterização, de Emygdio Costa, também do Sobre A Máquina. A arte Mario Brandalise Baril e a assistência de produção de Thiago Miazzo.

Confira também os dois discos anteriores do VICTIM!, “Sexually Reactive Child”, lançado em maio de 2012 e “This Is What You Love, Young Man, And It Isn’t Beautiful!”, lançado em setembro de 2012. Ambos você encontra aqui: Toc Label.

 

Eksperimentoj “S/T” (2007)

23 abr

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01. Planetalium 1
02. Note 1
03. Broken infinity 1
04. Untitled 1
05. Solaris 1
06. Prophecy is from a nightmare 1
07. Nocturnal 1
08. Point at the sky (for Kurt Cobain) 1
09. Piano 1
10. Piano sustained 1
11. Instrumenta muziko 1
12. Prismo 1

Download / Facebook

Por Gu Gontijo

Formada no Japão em Maio de 2002 por Eugene Wakamikoto (vocals, guitar), Simone Miyauchi (guitar) e Keisuke Ashikawa (Bateria), a Eksperimentoj, ou “experimento”, traduzido do Esperanto, a língua planejada mais falada do mundo, lançou em 2007 seu até então único registro, o álbum homônimo contendo doze inspiradíssimas canções distribuídas em pouco mais de 73 minutos.

Com lançamento via Hurricane Records e com todas as músicas escritas e cantadas em inglês (com sotaque quase perfeito) por Eugene, as influências de Post-Rock e Progressive Rock dão a banda um “ar” entre Sonic Youth e Blonde Redhead, exalando também traços da sonoridade executada pelo Godspeed You! Black Emperor.

Apesar de Point At The Sky ser uma belíssima homenagem a Kurt Cobain e um dos pontos mais altos do disco, o destaque fica por conta de Note, segunda faixa e parte favorita deste grande e obscuro registro.

FireFriend “Witch Tales” (2013)

22 abr

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01. Lost Drive-In 3.59
02. Trigger Warning  1.45
03. Mountain View Acid Test 2.20
04. Witch Hunt 5.06
05. Komura Freak 2.50
06. Supernatural Darkness 6.03
07. Peace Eye 4.30
08. Singularity 4.56

Download / Facebook

Com o lançamento oficial realizado no dia de hoje, 22 de abril de 2013, Witch Tales vem a ser o sétimo disco da brasiliense/paulistana FireFriend e sucessor poderosíssimo e a altura de 999 To 666 TS Street, um dos discos mais bacanas lançados em 2011 (baixe o disco aqui).

Formada em 2006 e contando atualmente com Yury Hermuche, Júlia Grassetti, Pablo Orue e Cacá Amaral em sua formação, o quarteto investe pesado na dissonância, ruídos e experimentações, trazendo em seu mais novo rebento uma fusão estarrecedora e com poucos precedentes qualitativos em parâmetros nacionais e de genêro, encontrando nas raízes do shoegaze, free-jazz e psychedelic-rock a força motriz e direcionamento para a exploração hipnótica, brilhante e ousada presentes em Witch Tales.

Ouça canções como “Lost Drive-In”, “Trigger Warning”, “Mountain View Acid Test”, “Witch Hunt”, “Supernatural Darkness” e prove da beleza e acidez mútua propostas pela banda sem medo algum de perder-se pelo universo tortuoso e lânguido submersos em cada detalhe e nota desta grande obra.

OBS.: As versões físicas assim como a discografia completa e gratuita para download você encontra no site oficial da banda, aqui : FireFriend

Zomes “Time Was” (2013)

22 abr

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01.Loveful Heights 5.08
02. Monk Bag 6.36
03. Silentium 3.21
04. Little Lucid Dreamer 4.08
05. Footpaths 5.21
06. Equinox 4.52
07. Time Was 3.13
08. Cave Mountain Stream 4.29

Download / Buy

Por Al Schenkel

Time Was, quarto disco do Zomes marca duas importantes evoluções ao trabalho do mito Asa Osborne a frente de seu projeto pós-Lungfish: as primeiras gravações feitas em um estúdio e não em um gravador cassete, e a adição da vocalista sueca Hanna Olivegren, tornando o até então one-man band em um duo.

Sem grandes mudanças de tons ou complexidade nas estruturas musicais, Time Was segue a linha proposta por Osborne desde o início do projeto lá em 2008, ou seja, drones e melodias sustentadas sob notas de teclado longas e monótonas e baterias pré-programadas, criando um ambiente hipnótico para guiar a voz quente e lânguida de Hanna pelas oito faixas de poder mântrico e de uma profundidade quase religiosa que compõem a obra.

Time Was é um dos discos mais intensos e belos dos últimos anos, e canções como “Loveful Heights”, “Silentium”, “Time Was” e “Cave Mountain Stream” são algumas da provas irrefutáveis da tamanha grandiosidade que Asa Osborne e Hanna Oliveren alcançaram nesta sua primeira parceria. Torçamos para que este seja apenas o primeiro de muitos outros trabalhos que virão envolvendo estes dois gênios focados e aliados a este mesmo bem comum.

Inky “Parallels EP” (2013)

13 abr

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01. Nightbirds 2.59
02. Baião 4.46
03. Howlin’ to the Moon 3.42

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Formada em São Paulo, em 2010, a banda Inky de Luiza Pereira, Guilherme Silva, Stephan Feitsma e Victor Bustani liberaram no início deste ano para audição e download através do seu perfil no soundcloud seu primeiro registro, o EP de três faixas intitulado Parallels. A sonoridade da banda flerta diretamente e principalmente entre o rock e música eletrônica, carregando também leves nuances de post-punk e new wave entre uma canção e outra.

Com a produção do disco assinada pela dupla Clickbox e masterizado pelo americano Brian Lucey, que já trabalhou com nomes como David Lynch, Sigur Rós e The Runaways, em 2011 o quarteto também foi responsável pelo show de abertura para o LCD Soundsystem no Brasil, além de gravarem na Holanda a canção No One’s Town, com participação da Metrópole Orchestra e do renomado produtor Steve Lillywhite (U2, Rolling Stones, Talking Heads), resultado de uma promoção da marca Phillips.

Confira logo abaixo Nightbirds, Baião e Howlin’ to the Moon, as três ótimas faixas presentes no  Parallels. Belíssima estréia!

Assista e ouça também Inky ft. Metropole Orchestra and Steve Lillywhite – No One’s Town

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