Arquivo de agosto, 2012

1 Dirigible 5:13
2 Reurbanization Of The Space 4:44
3 Appeal To The Imagination 4:33
4 Explosion Ex Cathedra (Cimabue) 4:11
5 Budapest 4:43
6 The Coranation Of Ellipses 5:25
7 Horst Langer 3:43
8 Crappy Payphone Song 1:20
9 Karel Appel 4:36
10 Vardogyr 2:31
11 Zen Hum 4:43
12 Hip Emergency 1:21
13 Magazine Man 0:54
14 Subway Relocation Memo 8:15
15 Intermission 3:38

Download

Psychogeography é o terceiro registro do trio nova iorquino Poem Rocket. A banda, formada originalmente em 1992 por Michael Peters (vocal, guitarra), Sandra Gardner (vocais, guitarra baixo) e Peter Gordon (bateria) faz parte de uma vasta gama de bandas talentosíssimas mas que por um motivo ou outro permaneceram esquecidas na limbo dos bons e barulhentos sons . Psychogeography é o lar de 15 canções que passeiam magnificamente pelos terrenos tensos e tortos do post-rock, no wave e noise rock sem apelar ao óbvio e unindo barulho a melodia de forma tão admirável quanto os contemporâneos Band Of Susans, Live Skull, Pixies, Sonic Youth, Slint, Unwound e Fugazi. Além deste disco, a banda conta também com “Felix Culpa”, uma compilação com diversos singles gravados durante a década de 90, o debut de 1998 “Infinite Retry on Parallel Time-out” e o disco duplo e último trabalho registado, “Invasion” de 2007. Um pena a baixa rotatividade da banda porque pra mim ela anda ali, lado a lado e com a mesma genialidade encontrada nas obras de Thurston Moore e cia.

Credits

Artwork By [Image] – George Rush (2)
Bass, Vocals, Piano [Rhodes] – Sandra Gardner
Design – George Rush (2), Poem Rocket
Drums, Piano, Loops – Peter Gordon (4)
Guitar, Vocals – Michael Peters (4)
Mastered By – Frederic Kevorkian*
Mixed By – Adam Cooke, Craig Bowen, Poem Rocket (tracks: 5, 8, 10, 13)
Recorded By – Adam Cooke, Craig Bowen, Poem Rocket (tracks: 5, 8, 10, 13)
Written-By – Poem Rocket

Anúncios

Prestes a lançar seu primeiro trabalho, a curitibana Sonora Coisa de Rafael Bührer- Baixo e vocal, Afonso Bührer- Guitarra e vocal, Dennis Medeiros- Guitarra e Willian Pelacini- Bateria põem na roda uma das peças que estará em breve presente na sua aguardada estréia. “Fireworks” e seu tema instrumental tem produção do experiente Mark Kramer, músico e produtor americano encarregado do debut da banda e que carrega em sua bagagem nomes como Galaxie 500, Butthole Surfers, Daniel Johnston, Jad Fair & Half Japanese, Low e Codeine, além da trilha sonora de Pulp Fiction, entre outros. O disco ainda sem nome divulgado e data exata de lançamento será disponibilizado através do selo paulista Pisces Records. 

Fique com a audição da belíssima Fireworks:

Facebook / Soundcloud

CD1:
01 – Millionspiel
02 – Waiting for the streetcar
03 – Evening all day
04 – Deadly Doris
05 – Graublau
06 – When darkness comes
07 – Blind mirror surf
08 – Obscura primavera
09 – Bubble rap

CD2:
01 – Your friendly neighboughood whore
02 – True story
03 – The agreement
04 – Midnight sky
05 – Desert
06 – Spoon – Live
07 – Dead Pigeon Suite
08 – Abra cada braxas
09 – A swan is born
10 – The loop

CD3:
01 – Godzilla Fragment
02 – On the way to Mother Sky
03 – Midnight Men
04 – Networks of Foam
05 – Messer scissors fork and light
06 – Barnacles
07 – E.F.S. 108
08 – Private Nocturnal
09 – Alice
10 – Mushroom – Live
11 – One more Saturday night – Live

Download / Buy

Lançado em 18 de junho deste ano, The Lost Tapes é um box contendo três CDs com materiais inéditos, trilhas sonoras para TV e rádio, sobras de estúdio, improvisações e canções ao vivo gravados entre 1968-1977 pela banda alemã Can. Apesar do título, as fitas não estavam perdidas conforme explica Irmin Schmidt: “Obviamente, as fitas não estavam realmente perdidas, mas foram deixados nos armários de arquivos do estúdio por tanto tempo que todos se esqueceram delas.” O box, compilado a partir de cerca de 50 horas de gravações traz a tona um tesouro de valor e importância inestimáveis, dando segmento ao legado deixado por Holger Czukay, Michael Karoli, Jaki Liebezeit e Irmin Schmidt, além de Malcolm Mooney e Damo Susuki. Enfim, The Lost Tapes não vem a ser apenas uma peça qualquer esquecida e trazida a luz mas sim um item obrigatório na discografia desta que foi uma bandas mais excepcionais que o mundo já ouviu.

1. Soft Coda 4:19
2. Chirality 4:04
3. Mirador 4:36
4. Empire Waste 5:45
5. Savage With Barometer 5:31
6. Interval 4:04
7. Expert With Altimeter 5:16
8. The Receiver 5:56
9. Downhill 3:54
10. (Theory of Tides) 4.16

Download

Descrito como “um álbum sobre a dúvida, a perda [e] busca de sentido em um mundo pós-religioso”, Fog Electric, o segundo disco do trio escocês North Atlantic Oscillation destila as frustrações e ressentimentos sofridos através de dez canções repletas de beleza, introspecção e suavidade em um total estado de contemplação sonora. O disco, produzido por Tony Doogan (Teenage Fanclub, Mogwai, Belle & Sebastian) foi lançado no dia 30 de abril  pela gravadora inglesa KScope, também responsável pelo debut da banda, Grappling Hooks lançado em 22 de Março de 2010. Fog Electric segue a mesma cartilha rica em camadas e detalhes do disco anterior e mergulha no universo particular de Sam Healy, Ben Martin e Chris Howard, trazendo a tona dosagens meticulosas de post-rock, space-rock, shoegaze e progressive rock, mostrando o equilíbrio perfeito resultante de seus experimentos. Para fãs de Grandaddy, Engineers, The Flaming Lips e Pink Floyd, eis uma belíssima surpresa.

01 Happiness 6.17
02 Nostalgia 3.50
03 Lunacy 5.10
04 Sorrow 5.40

Download

Texto por Raoni Santos

Na internet, não há distância porque não existe espaço. Foi seguindo este princípio que o alagoano Mário Alencar e o pernambucano Raoni Santos uniram paredes sonoras ambientais e batidas ora frenéticas, ora pulsantes, num EP cujas faixas foram arranjadas justamente nesse ‘não lugar’ da rede mundial de computadores. Aliás, os sons do trabalho foram gerados e manipulados neles.

O resultado da parceria são temas instrumentais com influência da IDM, da ambient music de Ulrich Schnauss e elementos do shoegaze pop. A intenção do trabalho é entregar aos ouvintes trilhas sonoras de sonhos e de memórias, mas também de estimular e aguçar os sentidos, através de camadas minimalistas e atmosféricas.

Mário é vocal e baixista da banda Flowed e possui outros dois projetos ativos: Plumarino, junto com o produtor Diego Henrique, e Mario The Alencar, um voo solo e prolífico sobre o lo-fi e o dreampop, sem esquecer da sua falecida Slowdrop, onde Mário assumiu o frontman do grupo ao lado de Katty Winne, Leonardo Santigo (Sendo hoje o guitarrista da Flowed) e Márcio Júnior, produtor e baterista. Já Raoni Santos tem o Crooneres Decadentes, que é uma banda-de-um-homem-só que produz canções com letra, e um projeto homônimo com temas instrumentais eletrônicos que apontam para direções diversas.

Esta é a segunda colaboração da dupla. Raoni já mixou três faixas para o EP ‘Songs For The Crap’, lançado em dezembro do ano passado para o projeto Mário The Alencar.

01 “Stick Figures in Love” by Stephen Malkmus And The Jicks
02 “Chew” by Yuck
03 “Endless Shore” by Melody’s Echo Chamber 
04  “What You Wanted” by Seapony
05  “It’s Too Close” by Katty Winne
06  “We Don’t Belong” by Screen Vinyl Image
07 “Thousand at a Glance” by Suffering Astrid
08 “Into The Shade” by Shiny Darkly
09 “And I’m Up” by A Place To Bury Strangers
10 “Rip” by Ringo Deathstarr
11 “Soft Focus” by Asalto Al Parque Zoologico
12 “Fountain of Youth” by I Have No Mouth and I Must Scream

Download

A ideia da Mixtapes & Noisemates é agregar através de uma seleção de 12 canções + texto pessoas ligadas a música que são admiradas pelo Ride Into The Sound. Cada mixtape parte da escolha pessoal do convidado da vez e traz até o leitor do blog algumas das canções com maior rotatividade em seus music players, deixando a mostra algumas de suas referências e inspirações mais recentes no meio musical mundial. Esta ideia também serve para incentivar a busca e conhecimento por bandas que as vezes passam despercebidas ou mesmo nem chegam a nossos ouvidos por algum motivo ou outro.

Fique com a segunda edição feita por Régis Garcia, multi-instrumentista gaúcho e membro fundador da excelente The Sorry Shop. A arte ficou por conta do amigo Neri Rosa, do essencial Mofonovo.

Texto por Régis Garcia

“Com a correria de sempre, raramente tenho parado pra procurar música nova e, no fim das contas, acabo escutando muita coisa da zona de conforto auricular, aquilo que a gente já conhece. Esses tempos percebi que os discos que tenho no carro, em mp3, já estão ali pra mais de um ano, quem sabe. Contudo, em casa, enquanto estou na frente do computador, escuto qualquer coisa (decente) que me convidam pra escutar.

Um reflexo disso é essa playlist aqui, que tem um pouco do que tenho gostado e escutado ultimamente, principalmente por indicação de amigos e conhecidos. Tem bandas como o Yuck e o Malkmus que são de fé. O Yuck é uma predileção absoluta e a “Chew” é uma música gostosa e fácil (os baixos da Mariko são sempre interessantes e certeiros). “A Stick Figures in Love”, do Malkmus, tá nos ouvidos desde que o disco saiu e eu não consigo parar de escutar. Na mesma onda de “fácil e gostoso” tem a Melody’s Echo Chamber, a Seapony e a Katty Winne. Das três, que sempre me parecem ter certas afinidades, a Seapony é a que conheço faz mais tempo. Mesmo assim, as outras duas são páreo duro. Gosto muito de escutar essas três bandas/artistas quando preciso relaxar um pouco. Acho charmoso, sabe? A Katty eu conheci esse ano e já uma das favoritas do Brasil.

Esse ano eu também conheci a Screen Vinyl Image, numa onda um bocado diferente, mas muito grudenta. A “We Don’t Belong” é daquelas músicas em elipse, que te agarram pelo cérebro e ficam martelando até dar nojo, mas nunca dá. Aliás, junto com a Vinyl, eu fui apresentado ao Suffering Astrid, pela Meire Todão, uma fotografa que manja bastante de música boa. De todas as bandas daqui, acho que a Suffering Astrid é a banda que tem mais me inspirado, principalmente por conta de umas guitarras muito marcantes. Por falar em indicações, a “Into the Shade”, da Shiny Darkly, com todo aquele ar pesado, foi uma ótima dica de um cara chamado Al Schenkel. Me pegou de primeira por fazer lembrar A Place To Bury Strangers, que por sinal tá aqui na lista. A Place To Bury Strangers é uma banda que não teria gostado tanto se não tivesse visto os caras de perto. A “And I’m Up”, que tá nesse ultimo disco, é animadinha na medida. Não fica chata, nem banal e, dentro do contexto do “Worship” funciona tão bem quanto fora dele. A Ringo Deathstarr já é uma (nem tão) velha conhecida, mas a “Rip”, que é dos últimos releases deles, é sensacional e fresca. Apesar das guitarras brilhantes e barulhentas, o que mais me chama atenção são os vocais na medida.

Ok, a “Soft Focus”, da Asalto Al Parque Zoologico é um pouco mais antiguinha, mas me permiti colocar ela por aqui pelo simples fato de que eu só fui ouvir falar deles esse ano, por conta de ótimas indicações por aí do Jairo Manzur. É uma banda que tem coração e, mesmo no meio de tanta coisa com intenções semelhantes, não deixa de soar original. Pra finalizar tem a “Fountain of Youth”, da I Have No Mouth and I Must Scream, que merece muito mérito pela atmosfera densa, mas gentil e pela preocupação com detalhes de guitarra. É uma banda que não tem tudo bom, mas em alguns momentos é fantástica.

Westkust “Junk EP” (2012)

Publicado: 15 de agosto de 2012 em C86, Noise Pop, Shoegaze, Twee Pop
Tags:, ,

1.Surf 03:47
2.Touch 02:50
3.Care 05:15
4.Alan Life 03:43

Download / Facebook

Vindos de Gotheburg, na Suécia o quinteto Westkust formado por Philip Söderlind – bateria, Rikard Hjort – baixo, Gustav Andersson – guitarra, Julia Bjernelind – vocal e Hugo Randulv – guitarra trouxe ao mundo em julho deste ano seu  EP de estréia, intitulado “Junk“. O disco 12 polegadas distribuído pela independente Luxury Records e suas quatro canções traz uma fusão esporrádica de barulho e melodia que deve pegar em cheio fãs de The Joy Formidable, The Charlottes, The Pains Of Being Pure At Heart The Pastels.  “Surf”, “Touch”, “Care” e “Alan Life” em pouco menos de quinze minutos mostram uma banda despreocupada com grandes proezas ou trabalhos requintados e sim cinco jovens mostrando todo seu vigor através da sua música em atos contagiantes, doces e totalmente distorcidos.


01. Sleep on Flowers 4.13
02. Pony Song 4.30
03. Lemon Rind 3.33
04. Across the Sea 3.39
05. Playground 4.57
06. Ancient Eyes 2.56
07. Chinchilla 3.54
08. The Well 3.09
09. Postcard 3.27
10. Holiday 3.54
11. Bad News 3.47
12. Grunezella Daze 3.21
13. Wanderlust 4.32
14. Broken Bottles 2.46
15. People Express 3.40
16. Blue 4.10
17. Desk Clerk 3.08
18. Widow’s Walk 5.24

Download

Em uma época onde bandas formadas quase que exclusivamente por mulheres ainda não era algo tão comum de se ver, surgiu a Salem 66. A banda, inicialmente formada por Judy Grunwald, Elisabeth Kaplan and Susan Merriam no ano de 1982 seguiu até 1990, tendo sua discografia composta por 4 LPs, 2 singles e 1 EP lançados pela Homestead Records, selo este que abrigava também nomes como Squirrel BaitDinosaur Jr, Big Black e Live Skull durante sua existência que foi de 1983 até 1996. A Salem 66 faz parte de uma classe de artistas que permanece na limbo das bandas com pouco reconhecimento e admiradas por um pequeno público mas com uma carga a nível religioso depositada sobre seu trabalho. “Your Soul Is Mine, Fork It Over” é uma compilação acerca dos quatro primeiros anos de vida das americanas e um bela iniciação pra você que não conhece e quer se aventurar pelo universo desta banda que soube unir de forma tão sublime elementos do post-punk, jangle-pop e paisley underground em torno de sua música e deixou um legado irretocável não só para para os grupos femininos que viriam a surgir mas sim para todos os afluentes do rock alternativo em geral.

1- “State Of Non-Return” by OM
2- “You Bring The Sadness” by Maribel
3- “333” by Flea
4- “Blue Skies’ by Jad Fair + Hifiklub + kptmichi
5- “The heart Of Every Country” by Cripped Black Phoenix
6- “I Am What I Am” by Spiritualized
7- “The Fatalist” by Lyonnais9
8- “Les Voyages De L’Âme” by Alcest
9- “Amnesia’ by Dead Can Dance
10- “The Corascene Dog” by Earth
11- “When It Comes To Adultery I Am My Own Genre” by The You and What Army Faction
12- “Venemom” by Test

Download

A primeira edição da Mixtapes & Noisemates do Ride Into The Sound traz a colaboração de Lucas Lippaus Mateus, uma das mentes por trás da Sinewave e também guitarrista das bandas Herod Layne, S.O.M.A. e Hoping To Collide With para a ajuda na escolha de 6 das 12 faixas que abrem os trabalhos por aqui. A ideia das mixtapes é compartilhar com os leitores do blog o gosto pessoal de cada convidado, mostrando um pouco de suas influências e algumas das músicas que andam ganhando destaque em seus iPods, MP3 Players e afins. Neste primeiro volume a escolha foi baseada apenas em discos lançados neste ano, com músicas que vão do Stoner/Doom/Metal do duo OM ao experimentalismo com pitadas de jazz e música eletrônica presentes no EP de estréia solo de Flea, baixista do Red Hot Chilli Peppers, passando pelo shoegaze psicodélico da banda norueguesa Maribel ao Death/Grindcore do duo paulista Test.

Baixe, compartilhe e ouça no volume máximo e prepare-se porque na próxima semana tem mais uma edição barulhenta, psicodélica e dissonante da Mixtapes & Noisemates!!!

01 “My Life Is Starting Over Again” by Teenage Fanclub And Jad Fair
02 “Don’t Let the Sun Go Down on Your Grievence” by Clem Snide
03 “Impossible Love” by Gordon Gano
04 “Living Life” by Eels
05 “Walking The Cow” by TV On The Radio
06″ Good Morning You” by Rabbit
07 “Sorry Entertainer” by Calvin Johnson
08 “Devil Town” by Bright Eyes
09 “Dream Sream” by Death Cab For Cutie
10 “True Love Will Find You In The End” by Beck
11 “Go”” by Sparklehorse And The Flaming Lips
12 “Blue Clouds” by Mercury Rev
13 “Love Not Dead” by Thistle
14 “Like A Monkey In The Zoo” by Vic Chesnutt
15 “Dead Lovers Twisted Heart” by The Starlight Mints
16 “Story Of An Artist” by M. Yard
17 “The Sun Shines Down On Me” by Guster
18 “King Kong” by Tom Waits

Download

The Late Great Daniel Johnston: Discoverd Covered é um álbum beneficiente que foi realizado para o lendário cantor e compositor outsider Daniel Johnston. O álbum conta com faixas exclusivas de artista de alto perfil, como Beck, Tom Waits, Bright Eyes, Sparklehorse w/ The Flaming Lips, Death Cab For Cuties, Eels, TV On The Radio, Clem Snide, Gordon Gano do Violent Femmes, JT Leroy da banda Thistle, Guster e outros oito artistas interpretando músicas de Johnston. Um Segundo disco está incluído junto com as versões originais de todas as músicas, selecionadas a apartir do vasto catálogo de Johnston (várias faixas anteriormente disponíveis apenas em cassete). Uma obra mais do que merecida ao artista mais despretensioso das últimas gerações, este que jamais quis tornar-se um mito e sim, apenas compartilhar suas canções, sempre criadas de forma tão honesta, intensa e prolífera.