Arquivo de janeiro, 2013

capa blowtorch 1988

01. Mincemeat 4:01
02. Yield 3:31
03. I Dream of Fraud 4:42
04. American 4:26
05. Weekend 6:45
06. Sheikh 3:31
07. Chinese Burn 4:02
08. Shimmer Queen 5:35
09. Hank 4:44
10. Armache 1:56
11. Ulterior (Bonus Track) 3:58
12. Make Mine Music (Bonus Track) 4:00
13. A Motel In Kansas (Bonus Track) 4:56
14. Fear No More the Heat of the Sun (Bonus Track) 6:55
15. All Hail Discordia (Bonus Track) 4:01
16. 90 Seconds (Bonus Track) 1:23
17. Slide Mantra (Bonus Track) 3:28

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Se em meados da década de 80 nos U.S.A. bandas como Sonic Youth, Band of Susans e Live Skull mudariam de vez cara do rock alternativo ramescente após a breve e ruidosa explosão No Wave, na Inglaterra o A.C. Temple surgiria como uma das mais brilhantes respostas inglesas do que havia sendo feito de mais tortuoso do outro lado do Atlântico.

Formada em Sheffield no ano de 1985 e tendo em seu núcleo principal a vocalista Jane Bromley e o Noel Kilbride, a banda esteve  por brevíssimos cinco anos em atividade e somando um total de quatro discos de estúdio em sua carreira: Songs of Praise (1987), Blowtorch (1988), Sourpuss (1989) e Belinda Backwards (1991), além de dois singles e uma compilação.

Blowtorch, segundo disco da banda recebeu uma adesão de sete faixas bônus em seu relançamento em 1990 através do selo independente Blast First, selo este afiliado ao até então também independente Mute Records (que mais tarde seria comprado pela gigante EMI). Com dezessete canções nesta versão deluxe, Blowtorch segue como clássico perdido da década de ouro para o alt. rock underground mundial, exaltando distorções em climas tensos e abrasivos, elevando o culto a dissonância acima do bem e do mal.

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1. Friend To Friend In Endtime
2. Broadcast
3. Descender
4. Samuel
5. Kissing
6. Reveal Me
7. My Fool Heart
8. One Face
9. Non Dual Bliss
10. Put Your Hand In My Hand

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Talking Songs for Walking é o segundo disco da banda americana de post-hardcore nascida no ano de 1987 em Baltimore, Lunfish. O disco, lançado em 1992 marca a mudança da gravadora Simple Machines para a lendária Dischord Records, selo este que viria a lançar todo o material durante os anos seguintes em que a banda permaneceria em atividade.

Composta por  Daniel Higgs (vocal), Asa Osborne (guitarra), Sean Meadows (baixo), e Mitchell Feldstein (bateria), o Lungfish manteve um legado distinto e irretocável dentro do gênero consagrado no final dos anos 80 e início dos 90, constituído de doze álbuns de estúdio e construindo canções baseadas em harmonias simples, distorcidas e marteladas repetitivamente como base para os vocais uivados e inconfundíveis do mestre Higgs.

Canções como Friend to Friend In EndtimeMy Full Heart, Non Dual BlissPut Your Hand In My Hand estão entre as maiores canções do rock underground e alternativo norte americano e mundial já feitas e o Lunfish, entre um dos patrimônios mais brilhantes que já pisaram neste mundo.

Para fãs de Unwound, Fugazi, Batsro, Lync e afins.

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1. Cigarette Rabbit 06:20
2. It’s So Easy 02:57
3. You Can’t Ever Come Down 04:14
4. Tom of Midland 05:40
5. Old Dominion 02:52
6. White Melt 02:20
7. On the Road South 03:17
8. Kangchenjunga 05:28
9. Southside Ashes 02:34
10. Grey at Grace 05:13

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The Farewell Drugs é o álbum de estréia do projeto texano de rock psicodélico elevado a enésima potência Rubble. Surgida no ano de 2003 em Austin e formada por King Coffey (Butthole Surfers), Bobby Baker (ST-37, Baby Robots), a banda possui a participação de um elenco veterano de psych-rockers, incluindo Tom Carter (Charalambides), David Shawn McMillen (Ash Castles on the Ghost Coast, Warmer Milks), Matt Turner (Quttinirpaaq), Craig Stewart (Sex Organs of Emittance), e Ralph White (Bad Livers).

Contando com dez canções soterradas por fuzz, delays e reverberações em níveis psicóticos, The Farewell Drugs levou sete longos anos para ganhar a luz do dia, vindo a ser lançado em 29 de março de 2011 através do selo independente Latino Bugger Veil Records, lar também dos Butthole Surfers. The Farewell Drugs é um sopro caótico e alucinógeno sobre a nova geração de bandas neo-psicodélicas que tentam emular a fórmula perfeita atingida pelos Black Angels, atingindo diretamente e como poucos os principais pilares do gênero.

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01. Breaking News 2.52
02. Wanna Dance? 6.02

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Com data de lançamento prevista para 25 de dezembro do ano passado, o single de duas canções intitulado Christmas, do trio gaúcho  The Experience Nebula Room acabou sendo liberado com alguns poucos dias de atraso, vindo a tona no último 14 de janeiro devido a alguns problemas técnicos e internos. Mas como o que vale é a intenção, segue o registro como presente e agradecimento aos fãs e amigos da banda.

Com influências diretas focadas principalmente na década de 70, o The Experience Nebula Room, de Rafael Rechia – guitarra, Eduardo Custódio – baixo/ bateria e Nicholas Lucena – bateria/ baixo aposta no rock instrumental como fonte de expressão, unificando perfeitamente groove, reverberações e psicodelia em dosagens certeiras na confecção das canções.

Vale lembrar que ” Breaking News” e “Wanna Dance”, ambas presentes no single foram gravadas em fita, prezando pelo analógico e registadas totalmente ao vivo, sem cortes ou edições.

Ouça também e baixe gratuitamente o single de estréia, “Ignition”, de 2011 e o EP de estréia, “Happiness is a Live Experience” diretamente na página oficial da banda no TramaVirtual, aqui.

Rafael Rechia: guitar
Eduardo Custódio: bass and drums (in Scapegoat & Full of Steam)
Nicholas Lucena: drums and bass (in Scapegoat & Full of Steam)
Produced and recording by The Experience Nebula Room
Mix e Master by Rafael Rechia
Cover project: Verônica Custódio
Front Cover Photo: Thiago Iankoski
Recorded on January 5, 2013 at Carioca’s Studio – Rio Grande – RS – Brazil

OFFICIAL SITE theexperiencenebularoom.tnb.art.br

Hotanimalmachine

01. “Black and White” – 3:01
02. “Followed Around” – 2:48
03. “Lost and Found” – 2:04
04. “There’s a Man Outside” – 3:13
05. “Crazy Lover” – 2:33 (Richard Berry)
06. “Man and a Woman” – 3:59
07. “Hot Animal Machine 1” – 3:01
08. “Ghost Rider” – 2:27 (Martin Rev/Alan Vega) (Suicide)
09. “Move Right In” – 2:43 (The Velvet Underground)
10. “Hot Animal Machine 2” – 3:31
11. “No One” – 6:03

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Retomando as postagens do blog após um breve período de recesso em prol de listas, descanso e festas de final de ano, trago aos leitores do Ride Into The Sound uma das maiores obras-primas da carreira de Henry Rollins post-Black Flag, o disco Hot Animal Machine.

Gravado em outubro de 1986 e lançado através do selo independente Texas Hotel Records no ano seguinte, Hot Animal Machine foi o primeiro e único full-lenght solo de Rollins, disco este que junto ao EP Drive by Shooting, lançado no mesmo ano viria a ser o precursor para a Rollins Band ao lado dos músicos Chris Haskett, Bernie Wandel e Mick Green.

Além das fantásticas covers/versões  para “Ghost Rider” do Suicide, “Crazy Lover” de Richard Berry; e “Move Right In” do Velvet Underground, Hot Animal Machine traz as incendiárias “Black And White”, “There’s a Man Outside” e “A Man And a Woman”, além da arte da capa assinada por Mark Mothersbaugh, vocalista da banda Devo.