Max Roach “We Insist! Max Roach’s Freedom Now Suite” (1960)

Publicado: 29 de janeiro de 2014 em Avant-garde, Free Jazz, Hard Bop
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01.Driva’ Man 5:10
02.Freedom Day 6:02
03.Triptych: Prayer, Protest, Peace 7:58
04.All Africa 7:57
05.Tears For Johannesburg 9:36

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Por Al Schenkel

Com forte embasamento contra a repressão, o racismo, defendendo o direito de igualdade dos negros nos Estados Unidos e apoiando movimentos como o Civil Rights Movement — exaltado na capa — além de abordar em suas cinco peças referências à Proclamação de Emancipação e os crescentes movimentos de independência africanos da década de 50, “We Insist! Max Roach’s Freedom Now Suite”, uma suite sobre as palavras de Oscar Brown Jr. é um álbum lançado em 1960, via Candid Records pelo baterista e percussionista norte-americano, Max Roach.

Nascido em New Land, Carolina do Norte, em 10 de janeiro de 1924, Roach começou muito cedo a tocar clarim e aos dez anos de idade já tocava bateria em algumas bandas gospel. Aos dezesseis anos substituiu Sonny Greer numa performance com a Duke Ellington Orchestra, o que viria a se tornar sua primeira grande apresentação. O músico mais tarde viria também fazer parte de bandas lideradas pelos gênios Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Thelonious Monk, Coleman Hawkins, Bud Powell e Miles Davis. Roach também foi um dos maiores contribuidores para o estilo Hard Bop, com um quinteto composto por Clifford Brown no trompete, Harold Land no saxofone tenor (substituído no ano seguinte por Sonny Rollins), Richie Powell no piano e George Morrow no contrabaixo no ano de 1954.

Misto de críticas positivas devido à ambição da obra e alegações de ser controverso diante de outras, “We Insist! Max Roach’s Freedom Now Suite” flerta diretamente com as raízes da música africana, o free jazz e o Hard Bop, trazendo participações de Abbey Lincoln (esposa de Roach) – vocais; Booker Little – trompete; Julian Priester – trombone; Walter Benton – saxofone tenor; Coleman Hawkins – saxofone tenor; James Schenk – baixo; Michael Olatunji – congas e vocal; Raymond Mantilla – percussão e Tomas du Vall – percussão, em uma das mais sublimes e atemporais obras artísticas/políticas de todos os tempos.

comentários
  1. Fernando disse:

    O Mega pede uma chave de decodificação. Qual é essa chave. Obrigado

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