Posts com Tag ‘Indie Rock’


01. Sleep on Flowers 4.13
02. Pony Song 4.30
03. Lemon Rind 3.33
04. Across the Sea 3.39
05. Playground 4.57
06. Ancient Eyes 2.56
07. Chinchilla 3.54
08. The Well 3.09
09. Postcard 3.27
10. Holiday 3.54
11. Bad News 3.47
12. Grunezella Daze 3.21
13. Wanderlust 4.32
14. Broken Bottles 2.46
15. People Express 3.40
16. Blue 4.10
17. Desk Clerk 3.08
18. Widow’s Walk 5.24

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Em uma época onde bandas formadas quase que exclusivamente por mulheres ainda não era algo tão comum de se ver, surgiu a Salem 66. A banda, inicialmente formada por Judy Grunwald, Elisabeth Kaplan and Susan Merriam no ano de 1982 seguiu até 1990, tendo sua discografia composta por 4 LPs, 2 singles e 1 EP lançados pela Homestead Records, selo este que abrigava também nomes como Squirrel BaitDinosaur Jr, Big Black e Live Skull durante sua existência que foi de 1983 até 1996. A Salem 66 faz parte de uma classe de artistas que permanece na limbo das bandas com pouco reconhecimento e admiradas por um pequeno público mas com uma carga a nível religioso depositada sobre seu trabalho. “Your Soul Is Mine, Fork It Over” é uma compilação acerca dos quatro primeiros anos de vida das americanas e um bela iniciação pra você que não conhece e quer se aventurar pelo universo desta banda que soube unir de forma tão sublime elementos do post-punk, jangle-pop e paisley underground em torno de sua música e deixou um legado irretocável não só para para os grupos femininos que viriam a surgir mas sim para todos os afluentes do rock alternativo em geral.

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1.Candle 02:17
2.The Bravest Thing 03:16
3.When The Time Is Right 02:45
4.Angels In The Snow 03:46
5.Embryo 03:44
6.After The Rain (free) 03:25
7.Ivy 03:35
8.Come Out In The Light 03:37
9.Playing With Fire 03:32
10.The Cosmic Emporium 02:23
11.Stardust 04:12

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Canções de cunho introspectivamente pop, melodias levemente distorcidas, harmonias hipnóticas e referências a nomes como Pavement, Mercury Rev e Radiohead no início da carreira podem ser automaticamente evidenciados logo as primeiras audições de “I See Angels”, auto-intitulado debut deste trio de Manchester formado em 2008 por Paul Baird, Martin Cowan (The Flow/The Amber Club) e Chris Norwood, vindo a luz no início de setembro de 2011 através do selo independente Mimic This.  Ao todo o trabalho conta com 11 canções lapidadas com a delicadeza e cuidado de quem sabe o valor do que possui em mãos e o resultado não poderia ter saído melhor: um disco de profundidade e intensidade sobre-humanos tal qual a arte deve ser. Deliciosamente acessível sem sucumbir ao óbvio.

01. Sweet M 2:53
02. BHF. Asta 2:45
03. Himmelfahrtskommando 3:57
04. Pills 2:57
05. It’s Not A Song 3:52
06. Hiroshima 3:04
07. Scared Of Heights 4:22
08. Wedding 2:41
09. Dare I Eat A Peach? 3:50
10. Love Is Never Havng To Tell A Lie 4:10
11. Bulletin/Out

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Death By Kite é uma banda emergente do cenário underground de Copenhagen, Dinamarca formada em 2005 e que atualmente conta em sua formação com Bjorn Alexander Gotzsche Lange, Mikkel Houltoug e Sidsel Marie Hermansen. O trio carrega em sua bagagem a reputação de shows extremamente altos e introvertidos presentes através da sonoridade  que exala referências de noise-pop e melodias urgentes ao longo deste debut auto intitulado, lançado em 2007 através da gravadora Quartermain Records. Dentre as influências mais gritantes são notáveis nomes como Placebo, Sonic Youth, Mew, Siouxie And The Banshees, Joy Division e Interpol,assimilações diretas que aliadas a carga densa e explosiva contida nas canções tornam a obra como um todo um trabalho incendiário do início ao fim. Canções rápidas, bateria e baixo extremamente pulsantes, guitarras mágicas transbordando delays e vocais alternantes (femininos/masculinos) carregados de harmonia e dramaticidade fazem do Death By Kite uma das bandas preferidas da casa e sua estréia ainda pouca difundida em território brasileiro um dos trabalhos mais pungentes da década passada. Certamente um trabalho para ouvir e lavar a alma ou exorcizar todos os demônios contidos nela, nesta fusão perfeita entre beleza, urgência e barulho.